O nos difere, o que nos torna diferentes, o que faz com que eu seja eu e tu sejas tu é apenas a forma como vemos as coisas. Não acredito nessa coisa das teorias de evolução. O que para mim é fantástico, para ti é uma seca. O que tu gostas de fazer não será provavelmente o que eu gosto de fazer. O que para mim tem piada, para ti é estupidez.
Para mim, um pássaro é algo de misterioso, para ti é algo normal. Para ti, uma bolha de sabão a flutuar no ar é incrível, mas para mim é desinteressante…
O que nos difere é a forma como vemos o mundo.
Cai uma folha. Para ele é como que uma dança do “Baile dos cisnes”. Para ela é algo natural, algo que acontece todos os dias.
Por isso é que quando viajamos as culturas e as pessoas são diferentes. Simplesmente elas vêm o mundo de lá para cá e nós vemo-lo de cá para lá. Curioso, não é?
Por isso é que não percebemos tudo! Porque nós ao querermos perceber tentamos ver as coisas com outros olhos. E como não são os nossos olhos não vemos! Não vemos, não percebes. Uma ideia um pouco rebuscada…
Percebendo o mundo, vês com os teus próprios olhos. Vê e repara na beleza natural. Não olhes simplesmente, pois assim nada vais ver!
29-01-2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Frase sagrada
"opahhh tenho de dar importancia as pequenas coisas, para elas se tornarem grandes, nao e?"
Apetece!
Apetece-me rir, apetece-me escrever! Apetece-me sorrir 24 horas por dia, e rir ate nao aguentar, apetece-me mijar de tanto rir! E depois ter soluços. Apetece-me ser feliz um bocadinho. Apetece-me voar. Atirar-me de um prédrio e ser engolida pelo ar. Assim... "PLOFT!"
Apetece-me matar o despertador, e atirá-lo pela janela. Apetece-me ser a dona do tempo e eu é que sei quando é que está na hora certa! Apetece-me ser diferente. Apetece-me plantar batatas e cenouras e batatas. Apetece-me sorrir até ficar com os músculos da cara da doer.
Apetece-me..
30-01-2008
Apetece-me matar o despertador, e atirá-lo pela janela. Apetece-me ser a dona do tempo e eu é que sei quando é que está na hora certa! Apetece-me ser diferente. Apetece-me plantar batatas e cenouras e batatas. Apetece-me sorrir até ficar com os músculos da cara da doer.
Apetece-me..
30-01-2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Drogados em felicidade
Tinham os olhos negros e um ar assustador. Estavam sentados num banco construído ao acaso. Ele sentado normalmente e ela de pernas cruzadas. Pareciam um tanto bêbedos, ou drogados. Drogados de felicidade! Viciados naquela coisa onde dizem para não nos metermos. Pareciam tão felizes… Conversavam sobre a vida. Conversavam sobre coisas estúpidas devido ao efeito da “droga”. Realmente, quando nos rimos não dizemos coisa com coisa, apenas queremos rir mais! Ciclo vicioso…
Era um tanto assustador… Duas pessoas tão felizes! :S
Riam porque nada diziam, e nada diziam porque estavam a rir! Eram como que dois ursos feios que passavam a vida na casota! Ou como dois noivos queridissimissimidissimidississimissidíssimos. Ou como um Miguel Pires e uma Inês Moreira. Ou apenas como um Sr. Invasão e uma miss.querida. Basicamente combinavam! Combinavam como o branco e o preto, ou como o amarelo e o castanho, ou como o azul e o laranja, ou como quaisquer duas cores! Combinavam… Mais nada!
Subitamente deixaram de falar, apenas apreciavam o sol. Apreciavam-no como se fossem plantas. Plantas a fazer a fotossíntese.
Ela, pequena e sorridente considerava-se uma pessoa que diziam coisas sem sentido. Ele, alto e querido considerava-se uma pessoa que gostava de pessoas que diziam coisas sem sentido. Simplesmente amavam-se! E por isso repetiam diversas vezes: “Amo-te, ya?”; ao que o outro respondia com um sorriso: “Amo-te, ya?”
Nada diziam, apenas pensavam, o que me causava uma certa curiosidade… O que é que eles estariam a pensar? Isso pouco os incomodava porque eles sabiam o que o outro pensava. Ou pelo menos achavam que sabiam…
Passava o dia, passava o tempo, passavam a horas, os minutos e os segundos. Passavam variadas pessoas. Ele levantava-se e ia cumprimentá-las, ela mantinha-se indiferente, intacta, despreocupada com o mundo. Quando ele voltava, ambos sorriam. Sorriso esse que dizia: “Não me deixes, estou aqui. Sempre?! Só podes estar a gozar! Tenho saudades… Epah! Ignora… Amo-te agora e amanhã! Pára de me pedir desculpa! Novidades? Bom dia! Deixa-me só! Deves estar a achar!”
Sorriso indecifrável. Sorriso indiferente para os demais.
Sorriso impensável. Sorriso com um grande significado. Sorriso nosso, pensavam eles…
E com um mero sorriso viro as costas e vou comprar um chupa-chupa!
28-Jan-08
Era um tanto assustador… Duas pessoas tão felizes! :S
Riam porque nada diziam, e nada diziam porque estavam a rir! Eram como que dois ursos feios que passavam a vida na casota! Ou como dois noivos queridissimissimidissimidississimissidíssimos. Ou como um Miguel Pires e uma Inês Moreira. Ou apenas como um Sr. Invasão e uma miss.querida. Basicamente combinavam! Combinavam como o branco e o preto, ou como o amarelo e o castanho, ou como o azul e o laranja, ou como quaisquer duas cores! Combinavam… Mais nada!
Subitamente deixaram de falar, apenas apreciavam o sol. Apreciavam-no como se fossem plantas. Plantas a fazer a fotossíntese.
Ela, pequena e sorridente considerava-se uma pessoa que diziam coisas sem sentido. Ele, alto e querido considerava-se uma pessoa que gostava de pessoas que diziam coisas sem sentido. Simplesmente amavam-se! E por isso repetiam diversas vezes: “Amo-te, ya?”; ao que o outro respondia com um sorriso: “Amo-te, ya?”
Nada diziam, apenas pensavam, o que me causava uma certa curiosidade… O que é que eles estariam a pensar? Isso pouco os incomodava porque eles sabiam o que o outro pensava. Ou pelo menos achavam que sabiam…
Passava o dia, passava o tempo, passavam a horas, os minutos e os segundos. Passavam variadas pessoas. Ele levantava-se e ia cumprimentá-las, ela mantinha-se indiferente, intacta, despreocupada com o mundo. Quando ele voltava, ambos sorriam. Sorriso esse que dizia: “Não me deixes, estou aqui. Sempre?! Só podes estar a gozar! Tenho saudades… Epah! Ignora… Amo-te agora e amanhã! Pára de me pedir desculpa! Novidades? Bom dia! Deixa-me só! Deves estar a achar!”
Sorriso indecifrável. Sorriso indiferente para os demais.
Sorriso impensável. Sorriso com um grande significado. Sorriso nosso, pensavam eles…
E com um mero sorriso viro as costas e vou comprar um chupa-chupa!
28-Jan-08
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Vai o vento (chachada)
Sopra vento. Faz frio lá fora, na rua. Os candeeiros acendem-se para a noite.
Sopra o vento… O vento leva consigo umas tantas coisas. Coisas de plástico, que devem ter voado das lojas dos 300 ou assim.
Vai o vento, vai a vida. O vento leva pensamentos consigo… Leva corações partidos, sorrisos guardados, amizades destruídas e outras “renovadas”. Leva consigo lágrimas. Lágrimas de dor e de alegria. Lágrimas porque morreu alguém e lágrimas porque alguém nasceu!
Vai o vento… Levando consigo um abraço inseparável, um beijo romântico, um trágico acidente. O vento leva tanta coisa, penso eu! Leva tudo consigo. Arranca-nos as coisas! Tão cruel… Tão irritante! Tão injusto?!
Vai o vento… Leva consigo pensamentos. Pensamentos profundos. Pensamentos secretos. Pensamentos que apenas o vento sabe.
Vai o vento… Faz esvoaçar cabelos, faz como que caiam gelados ao chão. Estragos! Mas também empurra as pessoas para os sítios certos.
Vai o vento… Levando tanta coisa atrás, mas ignorando-me! Nada de mim leva o vento! E eu que queria ser levada deste sítio. Queria ir… Ir para outro sítio! Levada pelo vento, obrigando o destino a escolher o meu rumo. LEVA-ME VENTO!!
25-01-2008
Sopra o vento… O vento leva consigo umas tantas coisas. Coisas de plástico, que devem ter voado das lojas dos 300 ou assim.
Vai o vento, vai a vida. O vento leva pensamentos consigo… Leva corações partidos, sorrisos guardados, amizades destruídas e outras “renovadas”. Leva consigo lágrimas. Lágrimas de dor e de alegria. Lágrimas porque morreu alguém e lágrimas porque alguém nasceu!
Vai o vento… Levando consigo um abraço inseparável, um beijo romântico, um trágico acidente. O vento leva tanta coisa, penso eu! Leva tudo consigo. Arranca-nos as coisas! Tão cruel… Tão irritante! Tão injusto?!
Vai o vento… Leva consigo pensamentos. Pensamentos profundos. Pensamentos secretos. Pensamentos que apenas o vento sabe.
Vai o vento… Faz esvoaçar cabelos, faz como que caiam gelados ao chão. Estragos! Mas também empurra as pessoas para os sítios certos.
Vai o vento… Levando tanta coisa atrás, mas ignorando-me! Nada de mim leva o vento! E eu que queria ser levada deste sítio. Queria ir… Ir para outro sítio! Levada pelo vento, obrigando o destino a escolher o meu rumo. LEVA-ME VENTO!!
25-01-2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Pôr-do-sol. Essencialmente descrição
Olho para o céu. As nuvens começam a retirar-se para o dia de amanhã. Chegou apenas mais um pôr-do-sol. Mais um pôr-do-sol… parece tão absolutamente normal, sem importância. Mas no fundo é tão místico, esplêndido, maravilhoso. Tão simplesmente encantador. Os tons vermelhos, alaranjados, amarelos, verdes, azuis, anis e violetas aparecem cavalgando sobre cavalos invisíveis. E assim empurram o sol para os mais longínquos horizontes. Este acaba por ceder. Coitado! Já tem a vida infernizada. Os cumes das montanhas sobrepõem-se, predominando assim os azuis. Os contrastes são absolutamente deslumbrantes e acabo por ver apenas inúmeras silhuetas do mundo. Em vários cantos recônditos, as casas repousam entre as ervas; e lentamente o escuro apodera-se. O vento baila com as pás das eólicas. As “ventoinhas” giram e giram, como se levantassem voo. Ás tantas, sob um manto negro tudo escurece. As únicas luzes são os candeeiros – das aldeias mais próximas – que pairam no ar.
Um dos cumes tem neve. Neve essa mais branca que o branco. Esse cume brilhante chora. Chora neve que cai despreocupadamente em flocos. Bonitos e delineados flocos. Nos locais escurecidos, aos poucos e poucos o mundo desaparece. O vento adormece e embala tudo o que o rodeia. Amanhã é um novo dia!
28-12-07 - Relva Velha
Um dos cumes tem neve. Neve essa mais branca que o branco. Esse cume brilhante chora. Chora neve que cai despreocupadamente em flocos. Bonitos e delineados flocos. Nos locais escurecidos, aos poucos e poucos o mundo desaparece. O vento adormece e embala tudo o que o rodeia. Amanhã é um novo dia!
28-12-07 - Relva Velha
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Caminhos sem fim
Caminhos sem fim. A vida é como um labirinto. Tem uma única entrada e uma única saída. Entramos e saímos uma única vez. A vida é como um labirinto. Tem infinitos becos e caminhos sem saída. O objectivo deste “jogo” é chegar até ao fim do labirinto. Mas o fim é tão longe, tão distante.
Encontro-me num beco. Só me resta virar as costas e seguir em frente. Só me resta continuar a tentar chegar ao fim. “Caminho infinito” – penso eu. – “Caminho longínquo”.
Meto-me por mais um caminho. Será que já lá estive? Sinceramente não me lembro. Tudo parece igual. Tudo acaba com a mesma forma: o fim. “Poderia fazer uma mapa…” Mas também... Qual seria a piada se não me perder? Nenhuma… “Acho que quem criou este labirinto – quem quer que seja que o criou – gosta de quebra-cabeças.”
Acabo por me perder em pensamentos, acabando por chocar com mais uma parede. De qualquer forma isto já me é familiar. Mais parede menos parede. Ainda dizem que a esperança média de vida pode aumentar! Mas quem é que quer continuar neste labirinto?! QUEM?! Só essas pessoas… Essas pessoas cuja vida é “feliz” ou lá como lhe chamam. “Quem diria… Está ali uma pessoa!” Esqueci-me de referir que os caminhos se cruzam. E que ao cruzarem-se podemos seguir novos rumos. Talvez seguir os nossos sonhos. Quem sabe! “GOD KNOWS!!”
Mais um caminho enfadonho. “Eh láá! Para ali é que eu não vou.” Se ao menos tivesse ideia do que me espera… Mas também qual seria a piada de acabar o jogo antes do tempo? Nenhuma… Quem quer que tenha criado este jogo adora complicar as coisas! Impressionante…
“Mais um caminho. Mais um problema por resolver. Mais uma porta secreta que me leva a algum lado. Mais alguém que se aproxima. Mais um novo rumo. Basicamente mais um dia passado. Mais uma carga de chuva se libertou. Mais uns sorrisos recebidos e contagiados. Mais uns quantas pessoas com quem falar. Mais um amigo com que contar. Mais um dia passado…”
15-01-2008
Encontro-me num beco. Só me resta virar as costas e seguir em frente. Só me resta continuar a tentar chegar ao fim. “Caminho infinito” – penso eu. – “Caminho longínquo”.
Meto-me por mais um caminho. Será que já lá estive? Sinceramente não me lembro. Tudo parece igual. Tudo acaba com a mesma forma: o fim. “Poderia fazer uma mapa…” Mas também... Qual seria a piada se não me perder? Nenhuma… “Acho que quem criou este labirinto – quem quer que seja que o criou – gosta de quebra-cabeças.”
Acabo por me perder em pensamentos, acabando por chocar com mais uma parede. De qualquer forma isto já me é familiar. Mais parede menos parede. Ainda dizem que a esperança média de vida pode aumentar! Mas quem é que quer continuar neste labirinto?! QUEM?! Só essas pessoas… Essas pessoas cuja vida é “feliz” ou lá como lhe chamam. “Quem diria… Está ali uma pessoa!” Esqueci-me de referir que os caminhos se cruzam. E que ao cruzarem-se podemos seguir novos rumos. Talvez seguir os nossos sonhos. Quem sabe! “GOD KNOWS!!”
Mais um caminho enfadonho. “Eh láá! Para ali é que eu não vou.” Se ao menos tivesse ideia do que me espera… Mas também qual seria a piada de acabar o jogo antes do tempo? Nenhuma… Quem quer que tenha criado este jogo adora complicar as coisas! Impressionante…
“Mais um caminho. Mais um problema por resolver. Mais uma porta secreta que me leva a algum lado. Mais alguém que se aproxima. Mais um novo rumo. Basicamente mais um dia passado. Mais uma carga de chuva se libertou. Mais uns sorrisos recebidos e contagiados. Mais uns quantas pessoas com quem falar. Mais um amigo com que contar. Mais um dia passado…”
15-01-2008
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